5 maneiras de aplicar a hiperconvergência

Hiperconvergencia na nuvem

Em artigos anteriores, temos abordado a hiperconvergência, mostrando um pouco mais a fundo acerca do que está envolvido nessa tecnologia e expondo seus benefícios para a vida das empresas. Como vimos, devido à sua simplicidade, à flexibilidade que dispõe e à redução de custos que ela proporciona, trata-se de algo que veio conquistar o setor de TI.  

Neste post, abordaremos cinco possíveis aplicações da hiperconvergência. Continue a leitura e saiba mais!

Aplicações versáteis

Sabemos que a hiperconvergência é basicamente uma combinação de componentes virtuais e físicos de uma só infraestrutura. Em posts anteriores, já abordamos essa tecnologia estabelecendo uma comparação dela com o canivete suíço. De fato, assim como esse instrumento, a tecnologia em questão constitui uma combinação ampla de diversos apetrechos. Isso, é claro, se reflete nas aplicações que são possíveis a partir dela. Vejamos como.

#1 Gestão de filiais. Graças à hiperconvergência, o gerenciamento da infraestrutura de locais remotos tornou-se algo muito mais fácil. Tradicionalmente, o gerenciamento de recursos de infraestrutura, como sistemas de armazenamento em sites remotos, era trabalhoso e envolvia muito dinheiro. O gerenciamento de mais de uma dúzia de lugares remotos, que implica o deslocamento in loco, pode ficar fora de controle ou ser algo muito dispendioso. Os sistemas hiperconvergentes, pelo contrário, são simples de gerenciar e permitem que qualquer profissional da TI realize o serviço. Isso significa menos gastos com pessoal.

#2 Testes e carga de trabalho. Quando, antes da implantação,  as organizações realizam testes ou criação de códigos em infraestruturas separadas, o gerenciamento de todos os diferentes ambientes pode ser complicado. Os sistemas hiperconvergentes geralmente têm construções que permitem a execução desses vários ambientes diferentes em ambientes logicamente separados, mas em uma única infraestrutura. Isso produz testes e desenvolvimento mais confiáveis e elimina a necessidade de gerenciar mais de uma infraestrutura.

#3 Simplificação do backup. Como a hiperconvergência trata o data center de uma maneira diferente, o backup também é diferente. Em primeiro lugar, eliminando grande parte da complexidade dos datacenters tradicionais, o backup torna-se algo automaticamente mais fácil, que pode ser executado de forma integrada à plataforma única.

#4 Edge computing. A edge computing desloca funções típicas de datacenter, como computação e armazenamento, para fora do datacenter e mais perto de endpoints, como sistemas de ponto de venda e dispositivos de IoT. Como essas não são infraestruturas completas, esses cenários de ponta normalmente não têm equipe de TI que lhes preste assistência. Isso significa que eles precisam ser configurados e gerenciados com recursos mínimos, mas ainda assim responsivos e capazes de se comunicar com outros datacenters. A hiperconvergência tem uma natureza simples de plug-and-play e elimina muitas das dificuldades de configuração e de rede que seriam necessárias para gerenciar essas outras tecnologias.

#5 Cloud computing. A tecnologia de nuvem vem cada vez mais ganhando popularidade, mas uma de suas desvantagens é o aumento da complexidade que ela exige. É aqui que entra a hiperconvergência. Ela pode simplificar drasticamente o ambiente do cloud computing e reduzir o tempo e as despesas necessárias para fazer a transição. 

Com todas essas aplicações, compreende-se por que a hiperconvergência é uma das tecnologias mais versáteis e flexíveis à disposição das empresas.

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